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Poesia

Urgência. Com um retrato do autor por Augusto Mota. Porto, Ed. do Autor, 1966.

Atento como um lobo. Porto, Cadernos da Rua Escura, 1975.

Crónica do cerco. Lisboa, Ed. O Malho, 1978. Prémio Júlio Pereira de Matos, da Casa da Imprensa de Lisboa.

– Os Laços. Com uma aguarela de Júlio Resende. Colecção O Oiro do Dia, 40. Porto, Editorial Inova, 1979. Edição numerada de 250 exs.

– Quarteto de Viagens e Paixões. Colecção Licorne. Lisboa, Ed. Arcádia, 1980.

– Romance de Amor e Água. Ilustr. Luís Veiga Leitão. Separata de O Concelho de Paredes, 1981.

Correm Turvas as Águas deste Rio. Colecção Poesia e Verdade. Lisboa, Guimarães Editores, 1982.

Auto-retrato parecido com fantasmas. Separata da revista Vértice, Coimbra. 1983.

Os Túmulos. Porto, Ed. Fantasporto, 1984.

O Rude Tempo. Colecção Texto & Contexto. Porto, Ed. Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto,  1985.

Piano Bar. Colecção Caminho de Poesia. Caminho, Ed. Caminho, 1986.

– Máscaras venezianas. Poemas. Porto, Cadernos da Rua Escura, 1987.

– Tretze quadres de Mário Botas. Tradução catalã de Jordi Domenech. Sabadell, Ed. S. 1987.

– Retrato de Braços Cruzados. Com dois desenhos de Fernando Lanhas. Lisboa, Caminho, 1989.

As Portas Entreabertas (Poesia 1975 – 1985). Pref. de João Rui de Sousa. Col. Poesia. Ed. Signo, Ponta Delgada, 1990.

– Un caballo en la niebla. Tradução para castelhano e antologia de Félix Romeo Pescador. Prefácio de António Martinez Sarrión. Olifante Ediciones de Poesia, Saragoça (Estado Espanhol), 1992. Considerado, pela revista Leer (Madrid) um dos cem melhores livros da década de 90.

Nombres de árboles quemados. Trad. de Adolfo Camilo Diaz e outros. Ed. bilingue. Gijón, Ateneo Obrero de Gijón, 1993.

Diário de Arnsberg. Com litografias de Henrique Silva. Álbum. Coop. Árvore, 1996. Edição numerada e assinada pelos autores.

Caderno de Entardecer. Com uma ilustração original do autor. Porto, Ed. A Rua Escura, 1996.

– O Amoroso. Ilustrações de José Rodrigues. Porto, Campo das Letras, 1997.

– Idem. Prefácio de José Augusto Seabra. VN de Gaia, Ed. Ausência, 2004. 2ª ed., aumentada.

Nomes de Árvores Queimadas. Com três desenhos do autor. Coimbra, Ed. Minerva, 1997.

Areias onde gregos se perdem. A Corunha (Galiza), Ed. Espiral Maior, 1998.

Poemas Tristes. Colecção Livros de Cordel. Câmara Municipal do Funchal, 2001.

A Ilha do Ogre. Álbum. Com desenhos de Alberto Péssimo. Álbum. Porto, Ed. Alberto Pinto, 2003.

Outono: Entre as Máscaras. Porto: Edições Afrontamento, 2003.

Sombra de Cavaleiro Andante (Antologia Poética 1975 – 2003).  Prefácio de Vasco Graça Moura. Colecção Terra Imóvel. Porto, Edições Asa, 2004.

– Ocasos de iluminação variável. VN de Gaia: Editora Ausência, 2005. Prémio de Poesia Edmundo de Bettencourt.

– Por um bosque tão sombrio e outros poemas. Funchal, Ed. 500 Anos Funchal, 2007.

São coisas tais efeitos só do acaso? S. Mamede de Infesta, Edium Editores, 2009.